quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Acho muito bom o trabalho do presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira, na condução da equipe e na força que demonstrou ao segurar os principais atletas, evitando a cobiça dos times europeus.

Porém, as vezes ele viaja tão forte, que suas idéias viram motivo de chacota. Primeiro sugeriu inscrever Pelé como um dos 25 atletas da equipe no Mundial. Agora quer que esse delírio se estenda ao Barcelona, com a inclusão de Maradona no time catalão.

Não gosto dessa atitude de tratar o Mundial como uma festa. E tenho certeza que o Muricy também não deve estar gostando.

Em relação a Elano e Paulo Henrique Ganso, penso que deverão ter um tratamento especial para o Mundial. Ganso, que está voltando de contusão, deveria ser usado apenas em alguns jogos para ganhar ritmo.

Já Elano, que volta em 30 dias, tem que ser trabalhoado exclusivamente para o torneio do Japão. Sem forçar de forma alguma sua entrada em jogos do Brasileirão.

E penso também, que apesar de Neymar querer estar sempre em campo, é necessário um trabalho especial para ele evitar riscos do excesso de jogos.

Kleber não joga mais pelo Palmeiras. A decisão tomada pela diretoria e pela Comissão Técnica é irrevogável e veio em meio a uma séria crise administrativa no clube.

Kleber já vinha satisfeito desde a não conclusão de sua ida para o Flamengo. Na época, a diretoria o colocou contra a parede utilizando a força e o amor que a torcida tinha pelo jogador.
Coincidência ou não, de lá para cá, o time não se acertou mais e pior, o jogador teve uma queda impressionante de rendimento dentro de campo.

Scolari, que sempre o defendeu, estava irritado com seu comportamento dentro e fora de campo. E a relação entre ambos azedou.

O episódio João Victor foi apenas a gota d’água num copo que já estava transbordando. Kleber saiu na defesa do companheiro, até com certa razão, mas extrapolou ao questionar a atitude de Felipão.

Aliás, segundo as más línguas, o problema não ficou só na discussão. Teria chegado a vias de fato, embora todos neguem o ocorrido. E Kleber se negou a viajar para o Rio, colocando um ponto final nesta sua segunda passagem pelo clube.

Já o caso do volante agredido, pelas colocações do treinador, parece ter algo que ainda não foi revelado. O treinador foi muito enfático ao afirmar no Engenhão que os fatos não são bem como foram divulgados.

Fiquei com a impressão que o treinador vê alguma culpa no atleta, que ao invés de ser provocado, poderia ter iniciado a confusão.

Mas independente de qualquer coisa, a atitude da torcida é totalmente condenável. E não é a primeira vez que isso acontece no Verdão. Infelizmente!

Tá ficando feia, para não dizer ridícula, a briga via imprensa entre os presidentes do Corinthians e do São Paulo, Andrés Sanchez e Juvenal Juvêncio respectivamente.

Primeiro, acho que Andrés não tem nada que falar sobre negociações de outras equipes. A ele pouco interessa se o São Paulo vai trazer Felipão, ou se tem interesse em Romarinho ou se vai perder Dagoberto.

Talvez fosse melhor ele se preocupar com seu time, que embora brigue pelo título brasileiro, tem muitos problemas internos e no elenco. Vide caso Chicão.
Já Juvenal foi bastante infeliz no tom da resposta, principalmente quando se referiu ao Mobral. Para quem não sabe, este sistema de ensino, as vezes relacionado com algo pejorativo, é responsável por muitos brasileiros de origem humilde saberem falar e escrever.

A entrevista de Juvenal teve outros pontos mais interessantes do que os ataques ao presidente do Corinthians. Por exemplo, ele garantiu que não vai ceder ao assédio europeu por Lucas, Rhodolfo e Casemiro.

Disse também que todos os nomes plantados, só realmente 2 interessam neste momento ao clube: Paulo Miranda, zagueiro do Bahia e Breno, que atravessa problemas particulares na Alemanha.

O mandatário tricolor se mostrou, ao contrário da torcida, satisfeito com o trabalho de Adilson Batista e culpou o baixo rendimento de alguns jogadores como motivo principal da campanha irregular.

E por fim, deixou claro que, será difícil renovar o contrato de Dagoberto. Mas ele ainda tem esperança que uma “prosa” entre as partes possa solucionar o impasse.

A verdade é que o próprio Dagoberto não se mostra muito disposto a ceder no aspecto financeiro para permanecer no Morumbi. E está muito contente com o interesse do Inter. Poderá inclusive ter como companheiro no Colorado, o atacante Kleber, que está deixando o Palmeiras.

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